Em 2012 estaremos nós, novamente, nos dirigindo às seções eleitorais para escolhermos dentre uma gama de canditados aqueles que irão representar nossas vontades, necessidades e ideais enquanto governam nossa cidade. Na maioria dos municípios do Brasil a escolha dos vereadores e prefeitos é o tipo de pleito onde há a mais intensa participação popular, pois, não raro conhecemos bem os candidatos sendo até mais fácil escolher os mais habilitatos, dentre os que almejam tais cargos. Será?.Há um dito, o qual reza que "passamos a conhecer bem alguém é quando este tem o poder", e esta frase popular é mesmo muito sábia. Pra começar a escolher bem é preciso, primeiramente, estar atento às campanhas eleitorais dos futuros vereadores e prefeitos. Aqueles que jogam sujo ou que cometem abusos na disputa por seu voto também jogará sujo para defender seus próprios interesses quando estiverem numa cadeira da Câmara Legislativa ou da prefeitura, quando houver divergência de consensos.
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Aquele canditado que não respeita às leis de silêncio, fazendo propaganda sonora após às 22h ou extrapolando o limite de decibéis aceitáveis com seus carros-de-som estão, de cara, dando um belo "cartão de visitas" sobre como será sua atuação na política: desrespeitará também as normas, regimentos e convenções, sempre que puder, para impor suas vontades, mesmo que estas infrinjam Leis.
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O candidato que não tem controle sobre a ação de seus cabos eleitorais permitindo brigas, agressões ou vandalismo contra as campanhas de seus adversários também está antecipando detalhes importantes sobre como será um possível mandato seu: se este não consegue controlar seus próprios funcionários eleitorais, como terá pulso para governar ou legislar para uma cidade inteira e suas diferentes camadas sociais, exercer a ordem sobre o funcionalismo e fazer com que as leis sejam cumpridas? .Em muitos locais a política é feita na base da força e da violência, fisica ou psicológica. Milícias e traficantes impõem seus canditatos à comunidades inteiras (quase como num faroeste), ou candidatos chantagistas ameaçam abolir subsídios sociais caso não sejam eleitos - eles ou alguns candidato de sua escolha. Porém, se todos ou a maioria discordarem e, na hora de votar, romperem com esta pressão estes políticos não poderão fazer nada mais além do que lamentar (matar todo mundo é que eles não vão!). Em outros lugares, muitos contratados são ameaçados de perderem dinheiros se não garantirem apoio aos candidatos que estão no Poder..Outro perfil nocivo de político, bem comum, é aquele tipo "paizão". Popular, ele adora andar entre os pobres ou nos guetos e favelas criando um mito hobin-hoodiano do que é ser bom-político. Pois saiba que para este tipo o que menos importará será governar por um futuro independente para seus "protegidos", pois, é na miséria e dessasistência que ele fermenta seus núcleos eleitorais. Sendo mantido no poder por esta camada da sociedade este tipo faz o eleitor pensar que está eternamente dependente de seu mandato quando na verdade é o contrário - ele é quem depende do voto da miséria..Porém, há o bom-político ou candidato, que é, antes de tudo, um bom cidadão. A base usada para a formação política é a mesma que cria o caráter. Você contrataria para trabalhar em sua empresa - ou para tomar conta de sua casa (e de seus filhos e bens), alguém sobre o qual pairem suspeitas de assassinato, roubo, tráfico, corrupção, fraude, pagamento ou recebimento de propina ou que pertença à organização criminosa ou grupo de extermínio? Ou alguém com históricos de má-gestão, agressividade, intolerância, violência, desrespeito às leis, apropriação indébita, alienação, má-associação, favorecimento pessoal, vicios, devassidão, desequilíbrio mental ou emocional, comportamentos anti-ético, etc? Claro que não! Este deve ser, também, o critério usado para escolher seu candidato..Use princípios lógicos: se errar é humano, dar uma segunda chance ou não é decisão pessoal de cada eleitor. Porém, alguns padrões não podem ser ignorados: quem já fez um sesto pode fazer um cento deles - tanto para o bem quanto para o mal. Procure conhecer as propostas do maior número possível de candidatos. Quando escolher em quem votar procure conhecê-lo pessoalmente também (o famoso "olho no olho"). Pergunte, questione, sugira suas idéias. O candidato que, por estes motivos, se fizer de difícil também se colocará como inacessível após ganhar o seu voto, ou tiver um mandato. Evite-os. Conheça o partido de quem você escolheu, veja se as filosofias partidárias são compatíveis com as propostas e idéias de seu candidato. Evite o voto nulo, por raiva, sem critério ou de última hora.
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Política é coisa séria e todos nós somos politicamente dependentes um do outro. Uma escolha acertada beneficia todos os cidadãos. Se você errou seu voto no pleito anterior corrija neste, se errar neste não espere o próximo pleito: defenda a saída do mau-político imediatamente (há mecanismos legais para isso). Se está descontente com os atuais mandatários de sua cidade, renove-os. Faça pressão sobre eles, acompanhe seus passos, fique de olho e participe ativamente da vida política da sua região.
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Precisamos saber escolher para separar bem o joio do trigo. Quatro anos pode até ser pouco para quem faz maldade, porém, é muito tempo para quem vai sofrer as consequências dela.
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Aquele canditado que não respeita às leis de silêncio, fazendo propaganda sonora após às 22h ou extrapolando o limite de decibéis aceitáveis com seus carros-de-som estão, de cara, dando um belo "cartão de visitas" sobre como será sua atuação na política: desrespeitará também as normas, regimentos e convenções, sempre que puder, para impor suas vontades, mesmo que estas infrinjam Leis.
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O candidato que não tem controle sobre a ação de seus cabos eleitorais permitindo brigas, agressões ou vandalismo contra as campanhas de seus adversários também está antecipando detalhes importantes sobre como será um possível mandato seu: se este não consegue controlar seus próprios funcionários eleitorais, como terá pulso para governar ou legislar para uma cidade inteira e suas diferentes camadas sociais, exercer a ordem sobre o funcionalismo e fazer com que as leis sejam cumpridas? .Em muitos locais a política é feita na base da força e da violência, fisica ou psicológica. Milícias e traficantes impõem seus canditatos à comunidades inteiras (quase como num faroeste), ou candidatos chantagistas ameaçam abolir subsídios sociais caso não sejam eleitos - eles ou alguns candidato de sua escolha. Porém, se todos ou a maioria discordarem e, na hora de votar, romperem com esta pressão estes políticos não poderão fazer nada mais além do que lamentar (matar todo mundo é que eles não vão!). Em outros lugares, muitos contratados são ameaçados de perderem dinheiros se não garantirem apoio aos candidatos que estão no Poder..Outro perfil nocivo de político, bem comum, é aquele tipo "paizão". Popular, ele adora andar entre os pobres ou nos guetos e favelas criando um mito hobin-hoodiano do que é ser bom-político. Pois saiba que para este tipo o que menos importará será governar por um futuro independente para seus "protegidos", pois, é na miséria e dessasistência que ele fermenta seus núcleos eleitorais. Sendo mantido no poder por esta camada da sociedade este tipo faz o eleitor pensar que está eternamente dependente de seu mandato quando na verdade é o contrário - ele é quem depende do voto da miséria..Porém, há o bom-político ou candidato, que é, antes de tudo, um bom cidadão. A base usada para a formação política é a mesma que cria o caráter. Você contrataria para trabalhar em sua empresa - ou para tomar conta de sua casa (e de seus filhos e bens), alguém sobre o qual pairem suspeitas de assassinato, roubo, tráfico, corrupção, fraude, pagamento ou recebimento de propina ou que pertença à organização criminosa ou grupo de extermínio? Ou alguém com históricos de má-gestão, agressividade, intolerância, violência, desrespeito às leis, apropriação indébita, alienação, má-associação, favorecimento pessoal, vicios, devassidão, desequilíbrio mental ou emocional, comportamentos anti-ético, etc? Claro que não! Este deve ser, também, o critério usado para escolher seu candidato..Use princípios lógicos: se errar é humano, dar uma segunda chance ou não é decisão pessoal de cada eleitor. Porém, alguns padrões não podem ser ignorados: quem já fez um sesto pode fazer um cento deles - tanto para o bem quanto para o mal. Procure conhecer as propostas do maior número possível de candidatos. Quando escolher em quem votar procure conhecê-lo pessoalmente também (o famoso "olho no olho"). Pergunte, questione, sugira suas idéias. O candidato que, por estes motivos, se fizer de difícil também se colocará como inacessível após ganhar o seu voto, ou tiver um mandato. Evite-os. Conheça o partido de quem você escolheu, veja se as filosofias partidárias são compatíveis com as propostas e idéias de seu candidato. Evite o voto nulo, por raiva, sem critério ou de última hora.
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Política é coisa séria e todos nós somos politicamente dependentes um do outro. Uma escolha acertada beneficia todos os cidadãos. Se você errou seu voto no pleito anterior corrija neste, se errar neste não espere o próximo pleito: defenda a saída do mau-político imediatamente (há mecanismos legais para isso). Se está descontente com os atuais mandatários de sua cidade, renove-os. Faça pressão sobre eles, acompanhe seus passos, fique de olho e participe ativamente da vida política da sua região.
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Precisamos saber escolher para separar bem o joio do trigo. Quatro anos pode até ser pouco para quem faz maldade, porém, é muito tempo para quem vai sofrer as consequências dela.
